terça-feira, 1 de julho de 2008

...ela sempre enfurecia-se sozinha, irritava-se sozinha, suportava sozinha suas intensas convulsões emocionais, das quais ele nunca participava...




sempre tem duas:
uma desesperada e desconcertada que sentia que estava se afogando e outra que, como se se tratasse de um teatro, aparecia em cena ocultando suas verdadeiras emoções que eram a debilidade, a impotência e o desepero, e oferecia ao mundo somente um sorriso, uma ilusão, curiosidade, entusiasmo e interesse...

(ai)

2 comentários:

Anônimo disse...

e vai dizer que não sabemos do que se trata!

Anônimo disse...

amo...