sexta-feira, 23 de novembro de 2007

lier.


Todos os dias lhe digo
que não o posso amar mais,
e todos os dias
encontro mais amor em mim para ele.

OU NÃO.

6 comentários:

Anônimo disse...

"Pra que olhos tão grandes?"
Ame apenas, e isso é muito...
Não peça nada;
"what will be,
will be"

Anônimo disse...

Ai, puta merda.
E puta merda você também, Neta.

Ok...
Tá certo, tá certo... Certíssimo.

Anônimo disse...

Puta merda, mas tô certa...
Se a gente pensar muito,
a gente não faz nada,
pois tudo é difícil...
Sejamos felizes hoje.
Deixemos a razão para amanhã.

Anônimo disse...

Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio porque esse não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte,
depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.

OU NÃO.

joana-sem-braço disse...

essa coisa ed usar 'ou não' e escolher os poemas que eu gosto e publicar aqui como 'eu'... ainda não quer dizer que seja eu.

quem é vc???

Anônimo disse...

eu já adoro esse tal " ou não."

dá tempo de pensar o contrário e refletir.

ou nao.