amo a tua vivacidade,
os teus preparativos para voar,
as tuas pernas como um vicio,
o calor entre as tuas pernas.
sou demasiado galante contigo.
quero olhar para ti longamente e com ardor,
arrancar-te o vestido,
apalpar-te,
examinar-te.
sabes que ainda mal olhei para ti?
há ainda demasiada santidade presa a ti.
vivo uma expectativa perpétua.
tu vens e o tempo desliza num sonho.
é só quando te vais embora
que me apercebo completamente da tua presença.
e depois é demasiadamente tarde....
(ou não,
porque nunca é suficientemente tarde.)
- a única não-semelhança com o poema é o fato de você não usar vestido. -
-- ou não --
-( depende do ponto de vista)-
domingo, 6 de janeiro de 2008
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5 comentários:
Genteeeeeeeee
só eu que acho isso descaradamente dedicado a uma pessoa?
Todo mundo acha, né?!
ou não?!
nunca é, até que se esteja morto e enterrado...
mas se torna mais pesado com o tempo (apesar de toda e qualquer aparência)...
é como se quanto mais verdade houvesse, pior fosse.
(não é a toa que escrevo mais verdades do que falo, mas sofro com um fato: não é só com palavras que se percebe a verdade.)
é, piorou.
ou não.
pensando bem, muito menos quando está morto e enterrado.
então nunca é mesmo.
acho que sim.
ou nao.
gente! quanta gente acha!!
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