quinta-feira, 31 de maio de 2007

LIVING THEATRE... OU O AMOR...


...Ela ainda começa o seu dia escrevendo um diário. Duas coleções de seus escritos foram publicadas até agora – uma vai de 1947 até 1957, e a outra, “O Desespero Enorme”, é uma memória de seu regresso ao lar americano em 1968. Em seu apartamento de três cômodos, ainda esparsamente mobiliado, a não ser pelas dúzias de caixas com etiquetas escritas coisas como “teses + textos”, a Sra. Molina senta-se em uma pequena escrivaninha de madeira com uma lâmpada de forma esverdeada, editando as poesias e trabalhando em cima de um livro sobre o diretor Erwin Piscator, um progenitor de Brecht. (Ela começou isto em 1945, quando estudava com Piscator).


Auxiliada por um ajudante, Sra. Malina faz o teatro funcionar juntamente com o Sr. Reznikov - que assumiu a direção desde quando o Sr. Beck “se foi” – tendo assim uma relação pessoal e profissional. Entre seus outros projetos está a preparação da próxima apresentação do Living Theatre, uma peça de duas mulheres baseada no romance de Doris Lessing. A Sra. Malina pretende estrelar como atriz principal.


O que é que ela gosta de fazer para se divertir?


“Eu gosto de fazer amor”, disse a Sra. Malina. “Estudar também. Não sei fazer muitas coisas além de estudar, fazer amor e dirigir o teatro.”


“Quero dizer”, adicionou, “nós somos grandes bichos do amor. Pensamos que esta é a resposta: Fazer amor, não guerra."

né?
ou não.

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