sábado, 21 de abril de 2007

mas eis que chega a roda viva, e carrega o destino pra lá...


.era uma vez, mas eu me lembro como se fosse agora. eu queria ser trapezista, minha paixão era o trapézio. me atirava do alto na certeza que alguém segurava-me as mãos não me deixando cair. era lindo mas eu morria de medo, tinha medo de tudo quase: cinema, parque de diversão, de circo, ciganos, aquela gente encostada que chegava e seguia. era disso que eu tinha medo. do que não ficava pra sempre.

3 comentários:

Anônimo disse...

li faz uns dez minutos "a solidão extrema é o prenuncio da loucura".


diz pra mim, meu bem, quem é que quer ficar sozinho? queremos mais são as coisas duradouras, nada de escorregadio, por favor.

Josias de Paula Jr disse...

Entendi errado? Acho que penso diferente de Gabriela... Não diferente do que ela diz, mas no que ela "viu" em teu texto...

Anônimo disse...

não, a gabriela tava lendo um texto uns dez minutos de ler o blog. acho que foi isso.

até pq, pra estar louco, não é fundamental estar sozinho.