sábado, 17 de fevereiro de 2007

fenômeno mor lapso sutil


'pergunto aqui se sou louca
quem quer saberá dizer
pergunto mais, se sou sã
e ainda mais, se sou eu

que uso o viés pra amar
e finjo fingir que finjo
adorar o fingimento
fingindo que sou fingida....'

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poeminha meigo e singelo .... pro felipe bonitinho, menino da bunda mais linda que existe - e que diz pra mim: 'mas paula, eu não sou uma menina...'
poeminha que explica tudo, sem tentar explicar, ou como ele mesmo já disse:

"Felipe diz:
nossa
Felipe diz:
tem uns bauglhos aki..
Felipe diz:
eeh..
Felipe diz:
vc eh loca mesmo
Felipe diz:
eh tudo mow subliminar
Felipe diz:
ou eh mto claro"

obrigadíssima, fernando, também, pela genial idéia de colar mensagens de msn.

Um comentário:

Josias de Paula Jr. disse...

Quanto ao primeiro poema: tu deves saber que a origem de fingir é "fingire", do latim. E que, no latim, significava "construir" (é por isso que até hoje usamos a expressão "areia de fingir", para construção civil). Teu poema abarca bem esse "sentido perdido"...
Ele, aliás, é sua cara. E é muito bonito.